Amigo leitor, você verá nesta vigésima-quarta edição uma breve história de Herilene de Freitas. Com
vocês "No Giro da Bola, com Nei Medina".
Sou Nei Medina, fui um modesto cabeça de área. Pela Rádio Difusora, participo das jornadas esportivas como comentarista e, nas extintas TV Publicidade e TV WS, apresentei durante 1 ano o programa NO GIRO DA BOLA que deu origem a esta coluna. Aqui, resgatarei os fatos marcantes do esporte mundial, através de fotos ("Em algum lugar do passado"), áudios de gols ou vídeos esportivos ("Flashback do futebol") e também meus comentários sobre qualquer modalidade esportiva ("Pelo andar da carruagem"), além de destacar as principais competições esportivas de nossa cidade e região. Agora também no blog neimedina.blogspot.com.
Onde estiverem Sr. Oscar e Dª Maria Rita de Freitas, com certeza, estarão orgulhosos de sua Família. O filho Heleno, craque dos gramados de futebol e galã fora deles. As netas: Helenize, líder de suas equipes de vôlei, dentro e fora das quadras; Helsiane, campeã no mundo da Moda, e a campeoníssima Herilene, “sereia” das águas, doce e salgada, existentes neste Planeta.
Nesta publicação, destacaremos Herilene de Freitas que iniciou sua vitoriosa carreira na natação aos cinco anos de idade. A piscina do Mangueira teve o privilégio de acolher as primeiras braçadas daquela que seria campeã Municipal, Estadual e Brasileira de Natação.
Aos 12 anos, depois de conquistar títulos Estaduais, teve a oportunidade de disputar o campeonato Brasileiro em São Paulo. Com sua competência e categoria, venceu as provas que disputou conquistando o título Nacional.
Quis o destino que sua carreira fosse interrompida em decorrência da dedicação aos estudos e posteriormente ao trabalho. Mas a partir de 1996, já com idade de atleta máster, teve a oportunidade de novamente competir em provas oficiais. Em conversa informal, Herilene me confidenciou que chegou a se perguntar: “será que ainda consigo?” Na verdade, uma insegurança desnecessária, pois, voltou a brilhar como antes, vencendo a maioria das provas disputadas, entre elas competições internacionais como Travessias, Sul-Americanos e Olimpíadas.
Só neste segundo semestre de 2009, a nossa Herilene conquistou 10 medalhas ( sendo 9 de OURO e uma de PRATA ) no Campeonato Sul-Americano realizado em Mar del Plata na Argentina. E a conquista máxima na World Masters Games Sydney 2009, ou seja, OLIMPÍADAS. Competição mais cobiçada por um atleta em qualquer esporte.
Olimpíadas ( jogos mundiais de máster ) realizada no mês de outubro de 2009, em Sidney na Austrália, onde Herilene conquistou uma medalha de OURO, duas de PRATA e uma de BRONZE, como mostram as fotos abaixo.
Em resumo, Herilene é uma vitoriosa, e além disso, conta com um apoio que nenhuma adversária tem. Refiro-me ao GERSON, que é seu marido, alma gêmea, treinador, amigo e seu maior incentivador.
Na foto(abaixo) o segredo do sucesso. Talento, amor, amizade... Quem assistiu ao filme PISTOL sabe do que estou falando. Precisamos sonhar e acreditar que podemos torná-los realidade.
A seguir as conquistas de nossa campeã.
No dia 8 de fevereiro de 1975, há 35 anos, um sábado de carnaval, acontecia “A ESTRÉIA DE RIVELINO COM A CAMISA DO FLUMINENSE”.
Eram 40.547 pagantes para ver "RIVELINO jogar com a camisa tricolor.
RIVELINO que era conhecido como o “Reizinho do Parque” se transformaria no “CURIÓ DAS LARANJEIRAS”. Mas, continuava sendo a “PATADA ATÔMICA”. RIVELINO tinha completa visão de jogo, dribles desconcertantes, passes precisos e lançamentos perfeitos.
E a partida de estréia de RIVELINO seria justamente contra o seu ex-clube, o Sport Club Corinthians Paulista. E o Fluminense venceria o Corinthians de goleada por 4 a 1, com três gols de RIVELINO. E o primeiro gol de RIVELINO coma camisa do Fluminense foi aos 25 minutos do primeiro tempo. Gil deu um drible em Sérgio, o goleiro fez pênalti. Mas não deu tempo para a marcação. RIVELINO entrou rapidamente na jogada e meteu pra dentro do gol.
O Fluminense na época foi chamado de "Máquina Tricolor", sendo considerado uma das melhores equipes da história do futebol nacional, conquistou o bicampeonato estadual (75/76) e por duas vezes semifinalista do campeonato brasileiro. Além de Rivellino, havia outros grandes craques, como Paulo César Lima, Doval, Pintinho e Edinho. Teve atuações de destaque pela equipe carioca. Em um jogo contra o Vasco da Gama marcou o gol mais famoso de sua carreira, aplicando o drible elástico no zagueiro Alcir, da equipe cruzmaltina. Também no Fluminense foi duas vezes semifinalista do Campeonato Brasileiro, perdendo para o Internacional em 1975, e para o Corinthians, seu ex-clube, em 1976.
Em 1978, Rivelino transferiu-se para o El Helal, da Arábia Saudita, onde foi campeão da Copa do Rei e bicampeão nacional. Desavenças com o príncipe Kaled fizeram com que Rivellino encerrasse sua carreira mais cedo, em 1981, aos 35 anos.
Ouça o 1º gol de Rivelino com a camisa do Fluminense na narração espetacular de Waldir Amaral.
*** O Botafogo foi campeão da Taça Guanabara e “pelo andar da carruagem”, este ano, tem chance de ser campeão do Estadual. Vamos aguardar!
*** Legal que o futebol brasileiro vem repatriando alguns jogadores. Neste final de semana, estava eu vendo um jogo do campeonato Inglês e, descobri porque o Robinho retornou ao Brasil, mais precisamente para o Santos. Os jogos são duríssimos e dificilmente o juiz marca falta. Como o Robinho sobrevive de dribles seguidos de penalidades, talvez tenha preferido baixar em outra freguesia.
Até a próxima.
por Nei Medina
Comente.
Só usuários registrados podem comentár. Registre o faça o login.